Resumo
Os diferenciais ou RCD protegem contra correntes de fuga e contatos indiretos. Testá-los corretamente permite confirmar que atuam dentro de condições esperadas.
O que se mede
Verifica-se corrente de disparo, tempo de atuação e comportamento conforme tipo e sensibilidade do dispositivo.
O ensaio deve ser feito com instrumento adequado e considerando o circuito avaliado.
Por que o tempo importa
Um diferencial pode disparar, mas fazê-lo muito lentamente ou em condições incorretas compromete a proteção.
O tempo de atuação se relaciona com segurança de pessoas e continuidade de serviço.
Erros frequentes
Usar apenas o botão de teste não substitui uma medição instrumental.
Também é comum não registrar sensibilidade, circuito, equipamento, polaridade ou condições do sistema.
Relatório de resultados
O relatório deve indicar dispositivo ensaiado, sensibilidade, corrente, tempo, observações e recomendações.
Se o diferencial não atua corretamente, deve-se revisar conexão, carga, fuga existente ou substituição.
Perguntas frequentes
O botão TEST basta para validar um diferencial?
Não. Serve como verificação básica, mas não entrega tempo nem corrente de disparo medidos.
Quando se testam diferenciais?
Na verificação inicial, manutenção, regularização ou quando há disparos anômalos.
Todos os RCD são testados da mesma forma?
Não; depende de tipo, sensibilidade, aplicação e características do circuito.
Pode ser registrado em relatório RIC 19?
Sim, quando faz parte do escopo de verificação inicial.
Se você precisa de suporte técnico aplicado a este tema, revise nosso serviço de verificação inicial RIC 19.